tale.fyi

Inhalt▾
Inhalt
  1. QUINCAS BORBA
  2. CAPITULO PRIMEIRO
  3. CAPITULO II
  4. CAPITULO III
  5. CAPITULO IV
  6. CAPITULO V
  7. CAPITULO VI
  8. CAPITULO VII
  9. CAPITULO VIII
  10. CAPITULO IX
  11. CAPITULO X
  12. CAPITULO XI
  13. CAPITULO XII
  14. CAPITULO XIII
  15. CAPITULO XIV
  16. CAPITULO XV
  17. CAPITULO XVI
  18. CAPITULO XVII
  19. CAPITULO XVIII
  20. CAPITULO XIX
  21. CAPITULO XX
  22. CAPITULO XXI
  23. CAPITULO XXII
  24. CAPITULO XXIII
  25. CAPITULO XXIV
  26. CAPITULO XXV
  27. CAPITULO XXVI
  28. CAPITULO XXVII
  29. CAPITULO XXVIII
  30. CAPITULO XXIX
  31. CAPITULO XXX
  32. CAPITULO XXXI
  33. CAPITULO XXXII
  34. CAPITULO XXXIII
  35. CAPITULO XXXIV
  36. CAPITULO XXXV
  37. CAPITULO XXXVI
  38. CAPITULO XXXVII
  39. CAPITULO XXXVIII
  40. CAPITULO XXXIX
  41. CAPITULO XL
  42. CAPITULO XLI
  43. CAPITULO XLII
  44. CAPITULO XLIII
  45. CAPITULO XLIV
  46. CAPITULO XLV
  47. CAPITULO XLVI
  48. CAPITULO XLVII
  49. CAPITULO XLVIII
  50. CAPITULO XLIX
  51. CAPITULO L
  52. CAPITULO LI
  53. CAPITULO LII
  54. CAPITULO LIII
  55. CAPITULO LIV
  56. CAPITULO LV
  57. CAPITULO LVI
  58. CAPITULO LVII
  59. CAPITULO LVIII
  60. CAPITULO LIX
  61. CAPITULO LX
  62. CAPITULO LXI
  63. CAPITULO LXII
  64. CAPITULO LXIII
  65. CAPITULO LXIV
  66. CAPITULO LXV
  67. CAPITULO LXVI
  68. CAPITULO LXVII
  69. CAPITULO LXVIII
  70. CAPITULO LXIX
  71. CAPITULO LXX
  72. CAPITULO LXXI
  73. CAPITULO LXXII
  74. CAPITULO LXXIII
  75. CAPITULO LXXIV
  76. CAPITULO LXXV
  77. CAPITULO LXXVI
  78. CAPITULO LXXVII
  79. CAPITULO LXXVIII
  80. CAPITULO LXXIX
  81. CAPITULO LXXX
  82. CAPITULO LXXXI
  83. CAPITULO LXXXII
  84. CAPITULO LXXXIII
  85. CAPITULO LXXXIV
  86. CAPITULO LXXXV
  87. CAPITULO LXXXVI
  88. CAPITULO LXXXVII
  89. CAPITULO LXXXVIII
  90. CAPITULO LXXXIX
  91. CAPITULO XC
  92. CAPITULO XCI
  93. CAPITULO XCII
  94. CAPITULO XCIII
  95. CAPITULO XCIV
  96. CAPITULO XCV
  97. CAPITULO XCVI
  98. CAPITULO XCVII
  99. CAPITULO XCVIII
  100. CAPITULO XCIX
  101. CAPITULO C
  102. CAPITULO CI
  103. CAPITULO CII
  104. CAPITULO CIII
  105. CAPITULO CIV
  106. CAPITULO CV
  107. CAPITULO CVI
  108. CAPITULO CVII
  109. CAPITULO CVIII
  110. CAPITULO CIX
  111. CAPITULO CX
  112. CAPITULO CXI
  113. CAPITULO CXII
  114. CAPITULO CXIII
  115. CAPITULO CXIV
  116. CAPITULO CXV
  117. CAPITULO CXVI
  118. CAPITULO CXVII
  119. CAPITULO CXVIII
  120. CAPITULO CXIX
  121. CAPITULO CXX
  122. CAPITULO CXXI
  123. CAPITULO CXXII
  124. CAPITULO CXXIII
  125. CAPITULO CXXIV
  126. CAPITULO CXXV
  127. CAPITULO CXXVI
  128. CAPITULO CXXVII
  129. CAPITULO CXXVIII
  130. CAPITULO CXXIX
  131. CAPITULO CXXX
  132. CAPITULO CXXXI
  133. CAPITULO CXXXII
  134. CAPITULO CXXXIII
  135. CAPITULO CXXXIV
  136. CAPITULO CXXXV
  137. CAPITULO CXXXVI
  138. CAPITULO CXXXVII
  139. CAPITULO CXXXVIII
  140. CAPITULO CXXXIX
  141. CAPITULO CXL
  142. CAPITULO CXLI
  143. CAPITULO CXLII
  144. CAPITULO CXLIII
  145. CAPITULO CXLIV
  146. CAPITULO CXLV
  147. CAPITULO CXLVI
  148. CAPITULO CXLVII
  149. CAPITULO CXLVIII
  150. CAPITULO CXLIX
  151. CAPITULO CL
  152. CAPITULO CLI
  153. CAPITULO CLII
  154. CAPITULO CLIII
  155. CAPITULO CLIV
  156. CAPITULO CLV
  157. CAPITULO CLVI
  158. CAPITULO CLVII
  159. CAPITULO CLVIII
  160. CAPITULO CLIX
  161. CAPITULO CLX
  162. CAPITULO CLXI
  163. CAPITULO CLXII
  164. CAPITULO CLXIII
  165. CAPITULO CLXIV
  166. CAPITULO CLXV
  167. CAPITULO CLXVI
  168. CAPITULO CLXVII
  169. CAPITULO CLXVIII
  170. CAPITULO CLXIX
  171. CAPITULO CLXX
  172. CAPITULO CLXXI
  173. CAPITULO CLXXII
  174. CAPITULO CLXXIII
  175. CAPITULO CLXXIV
  176. CAPITULO CLXXV
  177. CAPITULO CLXXVI
  178. CAPITULO CLXXVII
  179. CAPITULO CLXXVIII
  180. CAPITULO CLXXIX
  181. CAPITULO CLXXX
  182. CAPITULO CLXXXI
  183. CAPITULO CLXXXII
  184. CAPITULO CLXXXIII
  185. CAPITULO CLXXXIV
  186. CAPITULO CLXXXV
  187. CAPITULO CLXXXVI
  188. CAPITULO CLXXXVII
  189. CAPITULO CLXXXVIII
  190. CAPITULO CLXXXIX
  191. CAPITULO CXC
  192. CAPITULO CXCI
  193. CAPITULO CXCII
  194. CAPITULO CXCIII
  195. CAPITULO CXCIV
  196. CAPITULO CXCV
  197. CAPITULO CXCVI
  198. CAPITULO CXCVII
  199. CAPITULO CXCVIII
  200. CAPITULO CXCIX
  201. CAPITULO CC
  202. CAPITULO CCI
  203. FIM
Deutsch ▾

Quincas Borba

Machado de Assis

kostenlos · 76.074 Wörter · ~5 Std. Lesezeit

Text von Project Gutenberg

scroll mal ↓weiter ↓

(von vorn beginnen)

OBRAS DO AUTOR

Memorias Posthumas de Braz Cubas
Quincas Borba
Histórias sem data
Papéis avulsos
Historias da meia noite
Yayá Garcia, romance
Helena, romance
Resurreição, romance
A mão e a luva, romance
Contos Fluminenses
Americanas, poesias
Phalenas, poesias
Chrysalidas, poesias
Tu só, tu, puro amor, comédia


QUINCAS BORBA


CAPITULO PRIMEIRO

Rubião fitava a enseada,—eram oito horas da manhã. Quem o visse, com os polegares mettidos no cordão do chambre, á janella de uma grande casa de Botafogo, cuidaria que elle admirava aquelle pedaço de agua quieta; mas, em verdade, vos digo que pensava em outra cousa. Cotejava o passado com o presente. Que era, ha um anno? Professor. Que é agora? Capitalista. Olha para si, para as chinellas (umas chinellas de Tunis, que lhe deu recente amigo, Christiano Palha), para a casa, para o jardim, para a enseada, para os morros e para o ceu; e tudo, desde as chinellas até o ceu, tudo entra na mesma sensação de propriedade.

—Vejam como Deus escreve direito por linhas tortas, pensa elle. Se a mana Piedade tem casado com o Quincas Borba, apenas me daria uma esperança collateral. Não casou; ambos morreram, e aqui está tudo commigo; de modo que o que parecia uma desgraça...


CAPITULO II

Que abysmo que ha entre o espirito e o coração! O espirito do ex-professor, vexado daquelle pensamento, arrepiou caminho, buscou outro assumpto, uma canoa que ia passando; o coração, porém, deixou-se estar a bater de alegria. Que lhe importa a canoa nem o canoeiro, que os olhos de Rubião acompanham, arregalados? Elle, coração, vae dizendo que, uma vez que a mana Piedade tinha de morrer, foi bom que não casasse; podia vir um filho ou uma filha... —Bonita canoa!—Antes assim!--Como obedece bem aos remos do homem!—O certo é que elles estão no ceu!


CAPITULO III

Um creado trouxe o café. Rubião pegou na chicara, e, em quanto lhe deitava assucar, ia disfarçadamente mirando a bandeja, que era de prata lavrada. Prata, ouro, eram os metaes que amava de coração; não gostava de bronze, mas o amigo Palha disse-lhe que era materia de preço, e assim se explica este par de figuras que aqui está na sala, um Mephistopheles e um Fausto. Tivesse, porém, de escolher, escolheria a bandeja,—primor de argentaria, execução fina e acabada. O creado esperava tezo e serio. Era hespanhol; e não foi sem resistencia que Rubião o acceitou das mãos de Christiano; por mais que lhe dissesse que estava acostumado aos seus creoulos de Minas, e não queria linguas estrangeiras em casa, o amigo Palha insistiu, demonstrando-lhe a necessidade de ter creados brancos. Rubião cedeu com pena. O seu bom pagem, que elle queria pôr na sala, como um pedaço da provincia, nem o pôde deixar na cosinha, onde reinava um francez, Jean; foi degradado a outros serviços.

—Quincas Borba está muito impaciente? perguntou Rubião bebendo o ultimo golo de café, e lançando um ultimo olhar á bandeja.

—Me parece que si.

—Lá vou soltal-o.

Não foi; deixou-se ficar, algum tempo, a olhar para os moveis. Vendo as pequenas gravuras inglezas, que pendiam da parede por cima dos dous bronzes, Rubião pensou na bella Sophia, mulher do Palha, deu alguns passos, e foi sentar-se no pouf, ao centro da sala, olhando para longe...

—Foi ella que me recommendou aquelles dous quadrinhos, quando andavamos os tres, a ver cousas para comprar. Estava tão bonita! Mas o que eu mais gosto della são os hombros, que vi no baile do coronel. Que hombros! Parecem de cera; tão lisos, tão brancos! Os braços tambem; oh! os braços! Que bem feitos!

Rubião suspirou, cruzou as pernas, e bateu com as borlas do chambre sobre os joelhos. Sentia que não era inteiramente feliz; mas sentia tambem que não estava longe a felicidade completa. Recompunha de cabeça uns modos, uns olhos, uns requebros sem explicação, a não ser esta, que ella o amava, e que o amava muito. Não era velho; ia fazer quarenta e um annos; e, rigorosamente, parecia menos. Esta observação foi acompanhada de um gesto; passou a mão pela cara, barbeada todos os dias, cousa que não fazia d'antes, por economia e desnecessidade. Um simples professor! Usava suissas, (mais tarde deixou crescer a barba toda),—tão macias, que dava gosto passar os dedos por ellas... E recordava assim o primeiro encontro, na estação de Vassouras, onde Sophia e o marido entraram no trem da estrada de de ferro, no mesmo carro em que elle descia de Minas; foi alli que achou aquelle par de olhos viçosos, que pareciam repetir a exhortação do propheta: Todos vós que tendes sede, vinde ás aguas. Não trazia ideias adequadas ao convite, é verdade; vinha com a herança na cabeça, o testamento, o inventario, cousas que é preciso explicar primeiro, afim de entender o presente e o futuro. Deixemos Rubião na sala de Botafogo, batendo com as borlas do chambre nos joelhos, e cuidando na bella Sophia. Vem commigo, leitor; vamos vel-o, mezes antes, á cabeceira do Quincas Borba.


CAPITULO IV

Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memorias posthumas de Braz Cubas, é aquelle mesmo naufrago da existencia, que alli apparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma philosophia. Aqui o tens agora em Barbacena. Logo que chegou, enamorou-se de uma viuva, senhora de condição mediana e parcos meios de vida; mas, tão acanhada que os suspiros do namorado ficavam sem echo. Chamava-se Maria da Piedade. Um irmão della, que é o presente Rubião, fez todo o possivel para casal-os. Piedade resistiu, um pleuriz a levou.

Foi esse trechosinho de romance que ligou os dous homens. Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquelle grãosinho de sandice, que um medico suppoz achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãosinho não se despegou do cerebro de Quincas Borba,—nem antes, nem depois da molestia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera alli alguns parentes, mortos já agora em 1867; o ultimo foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o unico amigo do philosopho. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, mettera hombros a algumas emprezas, que foram a pique.

Durou o cargo de enfermeiro mais de cinco mezes, perto de seis. Era real o desvello de Rubião, paciente, risonho, multiplo, ouvindo as ordens do medico, dando os remedios ás horas marcadas, saindo a passeio com o doente, sem esquecer nada, nem o serviço da casa, nem a leitura dos jornaes, logo que chegava a mala da Côrte ou a de Ouro-Preto.

—Tu és bom, Rubião, suspirava Quincas Borba.

—Grande façanha! Como se você fosse máo!

A opinião ostensiva do medico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o medico até á porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais afflictiva pela certeza...?

—La isso, não, atalhou Rubião; para elle, morrer é negocio facil. Nunca leu um livro que elle escreveu, ha annos, não sei que negocio de philosophia...

—Não; mas philosophia é uma cousa, e morrer de verdade é outra; adeus.


CAPITULO V

Rubião achou um rival no coração do Quincas Borba,—um cão, um bonito cão, meio tamanho, pello côr de chumbo, malhado de preto. Quincas Borba levava-o para toda parte, dormiam no mesmo quarto. De manhã, era o cão que acordara o senhor, trepando ao leito, onde trocavam as primeiras saudações. Uma das extravagancias do dono foi dar-lhe o seu proprio nome; mas, explicava-o por dous motivos, um doutrinario, outro particular.

—Desde que Humanitas, segundo a minha doutrina, é o principio da vida e reside em toda a parte, existe tambem no cão, e este póde assim receber um nome de gente, seja christão ou mussulmano...

—Bem, mas porque não lhe deu antes o nome de Bernardo, disse Rubião com o pensamento em um rival politico da localidade.

—Esse agora é o motivo particular. Se eu morrer antes, como presumo, sobrevivirei no nome do meu bom cachorro. Ris-te, não?

Rubião fez um gesto negativo.

—Pois devias rir, meu querido. Porque a immortalidade é o meu lote ou o meu dote, ou como melhor nome haja. Vivirei perpetuamente no meu grande livro. Os que, porém, não souberem ler, chamarão Quincas Borba ao cachorro, e...

O cão, ouvindo o nome, correu á cama. Quincas Borba, commovido, olhou para Quincas Borba:

—Meu pobre amigo! meu bom amigo! meu unico amigo!

—Unico!

—Desculpa-me, tu tambem o és, bem sei, e agradeço-te muito; mas a um doente perdoa-se tudo. Talvez esteja começando o meu delirio. Deixa ver o espelho.

Rubião deu-lhe o espelho. O doente contemplou por alguns segundos a cara magra, o olhar febril, com que descobria os suburbios da morte, para onde caminhava a passo lento, mas seguro. Depois, com um sorriso pallido e ironico:

—Tudo o que está cá fóra corresponde ao que sinto cá dentro; vou morrer, meu caro Rubião... Não gesticules, vou morrer. E que é morrer, para ficares assim espantado?

—Sei, sei que voce tem umas philosophias... Mas fallemos do jantar; que hade ser hoje?

Quincas Borba sentou-se na cama, deixando pender as pernas, cuja estraordinaria magreza se adivinhava por fóra das calças.

—Que é! que quer? acudiu Rubião.

—Nada, respondeu o enfermo sorrindo. Umas philosophias! Com que desdem me dizes isso! Repete, anda, quero ouvir outra vez. Umas philosophias!

—Mas não é por desdem... Pois eu tenho capacidade para desdenhar de philosophias? Digo só que você póde crêr que a morte não vale nada, porque terá razões, principios...

Quincas Borba procurou com os pés as chinellas; Rubião chegou-lh'as; elle calçou-as e poz-se a andar para esticar as pernas. Affagou o cão e accendeu um cigarro. Rubião quiz que se agazalhasse, e trouxe-lhe um fraque, um collete, um chambre, um capote, á escolha. Quincas Borba recusou-os com um gesto. Tinha outro ar agora; os olhos mettidos para dentro viam pensar o cerebro. Depois de muitos passos, parou, por alguns segundos, deante de Rubião.


deine Stelle wird wiederhergestellt…

der Rest wird geladen…

Mehr von Machado de Assis

  • A Mão e a Luva
    Guiomar pesa três pretendentes: Estêvão, que se derrete de amor por ela; Jorge, que não se dá ao trabalho; e Luís Alves, frio e ambicioso como ela. É Machado do início, curto e levemente irônico, mais o estudo de uma moça lúcida do que uma história de amor.
  • Dom Casmurro
    Bento relembra sua vida com Capitu, a menina da casa ao lado com olhos de ressaca, e com seu melhor amigo, Escobar. Ele diz para você que tem certeza do que aconteceu, e o prazer está em perceber o quanto você não confia nele.
  • Esau e Jacob
    Os gêmeos Pedro e Paulo começaram a brigar no ventre da mãe e nunca param, um monarquista e o outro republicano, e amam a mesma moça, Flora. O sempre discreto Conselheiro Aires observa tudo, e Machado transforma isso numa alegoria astuta do Brasil.

enthalten in

  • Em português

—

danke fürs Lesen

Quincas Borba von Machado de Assis. Der Text ist in den USA gemeinfrei, digitalisiert von den Freiwilligen von Project Gutenberg. Wir liefern ihn aus unserer eigenen Kopie aus.

tale.fyi